A princípio o termo parece estranho. A palavra de origem inglesa não nos causa muito impacto. Mas quando tomamos conhecimento do seu significado, percebemos o quanto nos é familiar.
Pode ser chamado de Bullying qualquer situação que envolva agressões físicas ou psicológicas constantes de um indivíduo ou grupo mais forte contra uma outra pessoa considerada mais fraca, sem que esta tenha a chance de se defender. O uso do poder sobre o mais fraco é a principal característica do Bullying, que pode ser visto em ambientes comuns como no trabalho, entre vizinhos ou em escolas, com incidência maior entre os estudantes, principalmente na fase da pré-adolescência, na qual os jovens se unem em turmas, formadas de acordo com interesses comuns a cada integrante, que se sentem fortalecidos por essa união. Isso basta para que o poder que imaginam ter seja usado em atitudes agressivas contra outros alunos isolados do grupo. Apelidos, insultos, humilhações e até agressões físicas são confirmadas nos casos de Bullying escolar. As vítimas na maioria das vezes sofrem com medo da violência e carregam o trauma das situações de constrangimento para o resto da vida, chegando a fase adulta com problemas de integração e relacionamento com outros indivíduos. Os autores do Bullying utilizam sua força para atacar o mais fraco, com a certeza de que este não terá coragem para reagir.
O Bullying é classificado de duas formas: Direto, quando as vítimas são atacadas diretamente, como em situações humilhantes, com utilização de apelidos, ameaças, agressão física, roubo ou até mesmo ofensas verbais. Esse tipo de situação é registrada em maior incidência entre os meninos. Entre as meninas, os casos mais freqüentes são de Bullying Indireto, quando o jovem é isolado ou tratado com indiferença.
O controle do Bullying é um desafio para vários países, que implantam medidas e investem em projetos para a sensibilização de Instituições, pais e alunos no combate ao problema. É importante a participação de todos na prevenção do Bullying. Ações nas escolas que proporcionem a interação dos alunos, vigilância da qualidade de vida dos estudantes dentro e fora da escola por parte dos familiares, professores e diretores, além da disseminação do assunto para que autores, vítimas, testemunhas e sociedade em geral tenham ciência da gravidade do Bullying.
Estar atendo ao comportamento do seu filho pode ser um bom começo para saber se ele está sendo vítima de Bullying. Clique aqui e veja alguns indicadores.
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Para mais informações acesse:
www.observatoriodainfancia.com.br
www.bullying.com.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://www.educacional.com.br/reportagens/bullying/ |