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Com nova frota de veículos, Mesa Brasil Sesc aumenta em 5 vezes sua capacidade de distribuição no estado do Rio

Os 13 veículos adquiridos têm a capacidade para juntos transportarem 38 toneladas de alimentos. Programa do Sesc recolhe excedentes de doadores e os entrega a instituições assistenciais


publicado em 01-08-19

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O programa Mesa Brasil Sesc – projeto do Sesc que recolhe doações de excedentes alimentícios de empresas e os direciona para instituições assistenciais – multiplicará em mais de 5 vezes sua capacidade de atendimento no estado do Rio de Janeiro. A instituição renovou sua frota adquirindo 13 novos caminhões com capacidade total para o transporte de 38 toneladas de alimentos simultaneamente – a capacidade anterior era de 7 toneladas, com quatro veículos próprios e seis terceirizados.

A renovação da frota atende ao aumento do volume de arrecadações motivado por uma série de medidas tomadas desde o ano passado. Em 2018, o programa distribuiu 40.570 toneladas de alimentos doados por mais de 200 empresas (como supermercados e indústrias) e beneficiando 100 mil pessoas em todo o estado.

Entre as medidas, estão ingresso solidário (desconto no tíquete mediante doação) em eventos como shows e espetáculos de teatro do Sesc RJ; parcerias com a Cadeg e a Ceasa, que passaram a doar seus excedentes; e o projeto Mesa no Campos, no qual produtores rurais direcionam ao Mesa Brasil alimentos que estão próprios para o consumo mas que seriam descartados por não atenderem aos padrões comerciais, como o tamanho e aparência.

SOBRE O MESA BRASIL - Criado em 2000, o Mesa Brasil Sesc RJ recolhe doações de produtos alimentícios em condições de consumo e as distribui às instituições de assistência social previamente cadastradas, como asilos, creches, orfanatos, entre outras instituições. O programa atende no estado do Rio de Janeiro a mais de 850 instituições sociais, tendo uma abrangência superior a 90% dos municípios fluminenses. Além da logística, o programa se dedica a capacitar colaboradores dessas instituições a aproveitarem integralmente os alimentos, evitando o tradicional descarte de partes que têm valor nutritivo e gastronômico, como talos e cascas.