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Exposição mostra a evolução do conhecimento sobre DNA

De forma lúdica e interativa, a mostra desvenda os caminhos que levaram da descoberta da hereditariedade à criação de células artificiais


publicado em 16-05-14

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Desde que se descobriu a hereditariedade das características físicas dos humanos, em 1865, o conhecimento sobre o DNA evolui de forma tão significativa que hoje já é possível se criar células artificiais, o que, apesar dos embates ético-filosóficos, representa um enorme avanço para a medicina. Para chegar até onde chegou, porém, a ciência percorreu um longo caminho com várias etapas que o público poderá conhecer, de forma lúdica e interativa, em uma exposição que o Sesc Madureira realiza a partir do dia 7/5, com início às 9h. A mostra se estende até 30/8, com visitação de terça-feira a sábado, das 9h às 19h. A entrada é gratuita mediante agendamento pelo telefone (21) 3350-3692.

“De Mendel a Venter: a evolução da ciência e o DNA” mostra os oito grandes marcos das pesquisas nesse campo, desde os estudos do austríaco Gregor Mendel, que formulou as leis consideradas a essência da genética clássica, até o primeiro passo em direção à criação de vida artificial, dado pelo norte-americano Craig Venter. Em 2010, o pesquisador e sua equipe anunciaram ao mundo a mais recente revolução da ciência: criaram a primeira célula controlada por um genoma (material genético) sintético.

Para envolver ainda mais os visitantes, o tema ganha contornos lúdicos na exposição. Jogos de tabuleiro, protótipos de material genético e outras atividades interativas foram criadas para que os participantes façam uma prazerosa imersão nesse campo do conhecimento. No local, será possível até simular um teste de paternidade a partir da extração do DNA de uma fruta.

Mais de 5 mil visitantes
Criada em 2013 por alunos do curso de licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a mostra já foi vista por mais de 5 mil pessoas. Ela ficou exposta no campus da Instituição, no Rio de Janeiro, e também foi levada à Bahia, onde foi exibida no Espaço INB de Ciência, Tecnologia e Cultura, na cidade de Caetité. Agora, em sua terceira edição, a expectativa do Sesc Madureira e da UERJ é atrair um público ainda maior, democratizando o conhecimento sobre o assunto.

- A ideia é difundir e popularizar a ciência de forma lúdica, fazendo as pessoas se aproximarem desse conhecimento e mostrando a elas que não é um bicho de sete cabeças – observa a professora idealizadora do projeto Andréa Góes, do Departamento de Ensino de Ciências e Biologia do Instituto de Biologia da UERJ. A mostra foi criada com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) depois de ser contemplada em edital para difusão e popularização da ciência. 

SERVIÇO
De 7/5 a 30/8 - Terça a sábado, das 9h às 19h
Agendamento por telefone: (21) 3350-3692
Valor: Grátis
Classificação: livre