Crédito: Gres Portela

“Riscar o Chão”: Centro Cultural PGE-RJ recebe exposição que aborda, em linhas e traços, o corpo em movimento

Realizada pelo Sesc RJ com curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan, mostra “Riscar o Chão” reúne gravuras de Abelardo Zaluar, Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo, que compõem o acervo do Sesc RJ, e fotografias dos artistas convidados Guy Veloso e Vítor Melo. Exposição inciará nesta quarta-feira (19/11) com entrada franca.

O Centro Cultural PGE-RJ abre, na próxima quarta-feira (19/11), a exposição “Riscar o Chão”. Realizada pelo Sesc RJ, a mostra articula linhas e traços de gravuras com fotografias que registraram os movimentos dos corpos dos sambistas que “riscam o chão” da avenida. A entrada é franca.

A exposição reúne mais de 50 obras, contendo serigrafias e litogravuras, de Abelardo Zaluar, Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo, que integram o acervo do Sesc RJ, e fotografias dos artistas convidados Guy Veloso e Vítor Melo, registradas durante o Carnaval, no Rio de Janeiro. Antes de chegar ao Centro Cultural PGE-RJ, “Riscar o Chão” passou pelo Arte Sesc, no Flamengo, e pelo Sesc Grussaí.

Com curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan, a mostra propõe um diálogo de gravuras com fotografias que registram a técnica, a engenhosidade de sambistas e a evolução de corpos no Carnaval, aproximando a geometria e a figuração com uma ginga de linhas e cores, estabelecendo uma relação com o lugar ao qual pertenciam, criando ambientações singulares e dialogando com o contexto brasileiro.

As gravuras de Abelardo Zaluar, Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo, ícones da arte moderna brasileira, revelam a força e a diversidade da produção gráfica nacional, em sintonia com os gestos e movimentos que inspiram as fotografias do Carnaval.

Ao lado delas, os artistas convidados ampliam esse diálogo ao trazer olhares contemporâneos sobre o corpo e suas expressões. Nas fotografias de Guy Veloso, a dimensão espiritual e o gesto coletivo se entrelaçam, revelando o corpo como território de transcendência. Já Vítor Melo volta sua lente para o universo carnavalesco, captando imagens que celebram manifestações de afeto e retratos da vida cotidiana no Rio.

“Se para muitos, os pensamentos elaborados por artistas do Carnaval parecem distantes ou superficiais diante de outras formas de arte, eles são importantes discursos que se criam sobre nosso país. É preciso perceber como o universo plástico das artes institucionais e o pensamento de artistas-carnavalescos sempre estiveram em sinergia e reinventando possibilidades de país nas telas e avenidas”, observa o curador Marcelo Campos.

SERVIÇO:
Exposição “Riscar o Chão”
Centro Cultural PGE-RJ (Rua Primeiro de Março, S/N, Praça XV, Centro)
Período de visitação: 19/11 a 28/02/2026
De terça a sábado – 10h às 18h (exceto feriados)
Entrada franca

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