23 A 27 DE MARÇO
Segunda, quarta e Sexta
23, 25 e 27 de março
Shopping dos Peixinhos
Av. Min. Edgard Romero, 81 – Madureira, Rio de Janeiro
Terça e Quinta
24 e 26 de março
Madureira Shopping
Estr. do Portela, 222 – Madureira, Rio de Janeiro
- 10H | MÁGICA CLOSE UP COM GABRIEL MATTOS

A proposta de Mágicas em Close é um mergulho no ilusionismo de proximidade, onde o impossível acontece a poucos centímetros do olhar do público. Com uma trajetória de 27 anos na arte mágica, Gabriel Mattos apresenta um espetáculo que funde a precisão técnica do close-up com uma narrativa pautada em conexões humanas e valores universais. A temática central explora a quebra da percepção lógica através do uso de objetos cotidianos, transformando a interação direta na principal característica da obra. Sem o distanciamento dos palcos tradicionais, o espetáculo oferece uma experiência elegante, envolvente e altamente interativa, desenhada para despertar o encantamento e provocar reflexões sobre o que é real e o que é possível.
Classificação Livre. Duração: 30 min.
Gabriel Mattos
Natural de Nova Friburgo, Gabriel Mattos é mágico e ilusionista com uma trajetória de 26 anos de dedicação à arte. Seu interesse pela mágica despertou por acaso aos 11 anos, através de vídeos e kits amadores, evoluindo rapidamente para um aperfeiçoamento profissional construído em congressos anuais com os melhores nomes do ilusionismo mundial.
Especialista em Close-up, Mágica Familiar e Stand-up Magic Comedy, Gabriel desenvolveu uma linguagem que une entretenimento sofisticado e interação humana. Com um currículo que ultrapassa 5.000 apresentações, o artista possui uma sólida parceria com o SESC, somando mais de 200 exibições para a instituição, além de integrar projetos de inovação como o World Creativity Day.
Ao longo de sua carreira, encantou mais de 800.000 espectadores, levando sua arte para palcos de festivais nacionais, programas de televisão e eventos corporativos de grande porte. Unindo técnica apurada e carisma, Gabriel Mattos transforma cada momento em uma oportunidade mágica de conexão e impacto visual.
- 15H | ENCANTARIA BRINCANTE

Entre acrobacias de capoeira, trilha construída ao vivo e a magia das brincadeiras de rua, um violinista se equilibra enquanto toca em cima de seu monociclo. SIM, tudo ao mesmo tempo! Mafê, traz aos palcos a encantaria das ruas e convida o público a redescobrir a sua própria liberdade. Um resgate ancestral que promete brilhar olhos e mentes das crianças, incluindo as adultas, abrindo espaço para que infâncias dissidentes floresçam com beleza e força. Neste espetáculo o artista constrói a própria trilha musical ao vivo, contando com recursos como pedais de efeitos e de looping e seu violino mágico. Uma experiência musical brincante única. Simbora brincar!
Classificação Livre. Duração: 10 min.
Mafê
Mafê, transmasculino multiartista, atual vencedor do Troféu Picadeiro pelo Juri Popular e Juri Curador – 2025 é circense, músico, arte educador e pesquisador do corpo-brincante, nascido e criado em São Paulo – Jaraguá. Sua trajetória atravessa o circo, a música, a capoeira e as artes da cena, sempre em diálogo com a cultura ancestral, as ruas e os modos de brincar que desobedecem às normas de gênero.
Sua formação artística se inicia desde a infância através de projetos sociais, desenvolvendo uma poética que mistura acrobacia, monociclo, capoeira, violino, berimbau e performance. Sua pesquisa se desdobra no espetáculo “Encantaria Brincante”, que mergulha na infância dissidente, nas brincadeiras de rua e na potência da transgressão lúdica.
Além da criação artística, o artista conduz oficinas de acrobacia, capoeira, música e circo, propondo espaços de experimentação coletiva e de partilha de saberes corporais. Seu trabalho conecta ancestralidade, resistência e invenção, criando territórios de jogo, poesia e celebração da diversidade dos corpos.
Atualmente, Mafê circula com suas criações autorais e colaborações com companhias como Caravana Tapioca, Circo di Soladies e Nem Só Ladies, Cia Oruã entre outras, afirmando um caminho de arte viva, pulsante, atravessado pela escuta do corpo, da rua e da memória coletiva.
























