Sesc RJ revisita sua participação na FLIP 2026 em webdoc

Vídeo reúne momentos da programação que levou literatura, música, poesia, pensamento e acessibilidade para a Festa Literária de Paraty

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A literatura pode estar nos livros, mas também nas vozes, nos corpos, nas ruas e nos encontros que ela é capaz de provocar. Foi a partir dessa perspectiva que o Sesc RJ voltou à Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) em 2026, com uma programação que ampliou os espaços de diálogo, reflexão e criação em torno da literatura e de diferentes formas de expressão.

Durante quatro dias, a Casa Sesc recebeu escritores, artistas, leitores, comunidades e público em uma programação que atravessou literatura, poesia, música, pensamento e acessibilidade. Agora, um webdoc revisita alguns desses momentos e revela a potência dos encontros que marcaram a presença do Sesc RJ na FLIP 2026.

FLIP 2026: encontros que ampliam a experiência da literatura

Mais do que registrar atividades, o webdoc apresenta um pouco da atmosfera vivida em Paraty e das diferentes experiências que ocuparam a Casa Sesc. Mesas de debate, performances poéticas, apresentações musicais, mediações de leitura e ações de acessibilidade aproximaram diferentes vozes e perspectivas, criando novas possibilidades de fruição e diálogo.

Entre os destaques da programação estiveram encontros com nomes como Angela Davis, Ana Maria Gonçalves, Edimilson de Almeida Pereira, Socorro Acioli, Cidinha da Silva, Muniz Sodré e Arnaldo Antunes, além das apresentações de Chico César e Anelis Assumpção.

A programação também colocou a literatura em diálogo com outros campos da criação e do conhecimento. Inteligência artificial, tradução, memória, ancestralidade, formação de leitores e as relações entre arte e ciência estiveram entre os temas que atravessaram os quatro dias de atividades.

A acessibilidade foi outro eixo importante da presença do Sesc RJ na FLIP. A performance “Na surdina: performance literária em Libras e em Português”, do projeto Arte da Palavra, reuniu voz, corpo, gesto e língua de sinais em uma experiência compartilhada por pessoas surdas e ouvintes.

Ao revisitar esses encontros, o webdoc reafirma uma ideia que esteve no centro da presença do Sesc RJ na FLIP 2026: a cultura ganha ainda mais potência quando ocupa espaços, aproxima pessoas e cria novas possibilidades de diálogo.

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