A mãe-natureza é uma personagem que inicia o espetáculo e dá vida ao rio, entregando-o à mata. Em sequência, vão surgindo humanos que interagem respeitosamente com o rio, como os indígenas; mas ao longo do tempo segue mostrando a ação negligente do homem, a partir das lavadeiras, depois pelos habitantes que desmatam e ocupam suas margens indevidamente, até pela indústria, e acabam por poluindo esse manancial. A mãe-natureza ressurge e se revolta, devolvendo sua fúria em forma de enchentes. Ao final, algumas essoas são tocadas pela tristeza da mãe natureza e num movimento de alerta, começam a limpar e recuperar as florestas, esse rio, buscando evolvê-lo melhor à natureza e às comunidades por onde ele passa.
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