De forma bem-humorada, a história gira em torno de Maria Emília, uma senhorinha cheia de certezas. Ela caminha solitária por São Paulo. Indignada com a realidade à sua volta, resolve escrever uma carta ao diretor de um jornal para falar do seu “horror pela ruína moral da sociedade”. Mas a cada tentativa de esboçar sua carta ela é invadida por lembranças e fantasias ou interrompida pelo caos urbano. O espetáculo dialoga com temas eternos (envelhecimento, solidão, sexualidade) e atuais e equilibra-se perfeitamente entre o humor e o drama.
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