A mostra emerge dos meandros das águas e escorre pelos fluxos da confluência. Em diálogo com a poética de Alberto Caeiro e o pensamento de Antônio Bispo do Santos, a mostra se organiza como um campo de fluxos, onde um rio corre por meio do movimento da confluência entre saberes, pessoas e temporalidades. A exposição reúne obras de artistas sul-americanos em diversas linguagens, observando lugares fronteiriços, onde o curso das águas se torna também presença e continuidade na América Latina.
Com curadoria de Marcelo Campos (curador-chefe do Museu de Arte do Rio – MAR) e assistência de curadoria de Rodrigo Duarte (artista visual e ativista socioambiental).
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