Crédito: (Um) Ensaio sobre a cegueira

Parceria do Sesc RJ com o Grupo Galpão em temporada de “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” no Teatro Carlos Gomes oferece desconto para credenciados

Espetáculo inspirado em José Saramago oferece 50% de desconto para credenciados Sesc, mediante apresentação da carteirinha válida

 

O Sesc RJ firmou parceria com o Grupo Galpão para a temporada do espetáculo “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”, em cartaz no Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio. Credenciados Sesc terão direito a 50% de desconto no valor do ingresso, mediante apresentação da credencial válida na bilheteria. A montagem, inspirada no clássico romance do escritor português José Saramago, segue em temporada até 14 de setembro, com sessões de quarta a domingo.

Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.

 

Onde: Teatro Carlos Gomes – Praça Tiradentes, s/n° – Centro, RJ

Horários: 4ª a 6ª às 19h, sab e dom às 17h | Classificação: 16 anos | Duração: 140 min | Gênero: drama | Temporada: até 14 de setembro

Sessões com acessibilidade em LIBRAS às quartas e domingos: 31/08, 03/09, 07/09, 10/09 e 14/09. Sessões com audiodescrição aos domingos.

Ingressos em https://ingressosriocultura.com.br/riocultura/events ou na bilheteria 4ªf das 14h às 19h; 5ª e 6ª das 16h às 20h; sab e dom das 14h às 18h

Ingresso promocional: R$ 17 (meia) e R$ 34 | Ingresso Experiência: R$ 40 (meia) e R$ 80 | Demais ingressos: R$ 40 (meia) e R$ 80 | Credenciados Sesc: meia-entrada (R$40,00) mediante apresentação de carteirinha.

Ingresso experiência: venda individual, somente na bilheteria, mediante assinatura de termo de uso de imagem.

 

As alegorias – e as potentes vírgulas – do escritor José Saramago (1922-2010) encontram a infinitude cênica e poética do Grupo Galpão. “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”, o mais recente espetáculo da companhia mineira, é inspirado no romance do autor português, vencedor, em 1998, do Prêmio Nobel de Literatura, com direção e dramaturgia de Rodrigo Portella, e direção musical de Federico Puppi. Na clássica obra – lançada há exatos 30 anos –, uma epidemia assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo. Em tal contexto, questões ligadas à moral, à ética e à vida em comunidade são postas em xeque. A temporada da peça no Rio de Janeiro será de 28 de agosto (quinta-feira) a 14 de setembro de 2025, no Teatro Carlos Gomes, de quarta a sexta, às 19h, e, aos sábados e domingos, às 17h. Os ingressos antecipados poderão ser adquiridos em breve na plataforma de vendas de ingressos Rio Cultura:  https://ingressosriocultura.com.br/riocultura/events. O espetáculo conta com o “Ingresso Experiência”, categoria na qual o público poderá vivenciar a peça em uma experiência imersiva e sensorial no palco, guiada pelo elenco. Pessoas maiores de 18 anos poderão participar, aceitando as condições informadas.  A compra do ingresso experiência será apenas presencial, na bilheteria do teatro.

 

Esta temporada é realidade pelo Grupo Galpão por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Petrobras, Vale, Cemig e Laranjinha do Itaú.

 

Contada por meio da prosa ensaística de Saramago, a história sobre a “cegueira branca” que se espalha em diversas partes do mundo não é apenas uma meditação sobre a perda e a fragilidade humanas, mas, também, uma potente alegoria acerca dos frágeis limites éticos que nos separam da barbárie. “A obra revela o modo como, em um mundo despojado das aparências, enxergamos, realmente, quem somos e o que, em essência, significa ser humano”, destaca Rodrigo Portella, diretor do espetáculo, para quem a narrativa do grande escritor português se revela repleta de paralelismos: “A cegueira pode ser uma metáfora da perda de sentido e do senso de humanidade, assim como de nossa capacidade de enxergar além do que se vê”.

 

Ator e um dos fundadores do Galpão, Eduardo Moreira ressalta que a parceria com Rodrigo Portella e o projeto de adaptação do romance “Ensaio sobre a Cegueira” representam mais um importante capítulo da trajetória de experimentação e teatro de pesquisa do Grupo. “Em 43 anos de atividade contínua, sempre pautamos nossa prática pela busca de novas e desafiadoras experiências, que nos fizessem refletir sobre a natureza do teatro e de como ampliar e diversificar nossos conhecimentos e perspectivas”, comenta.

 

Segundo Eduardo, o teatro do Galpão está sempre em construção. “Nós nos colocamos como aprendizes, nessa perspectiva, num processo profundamente libertador, que revela nossos limites, ao mesmo tempo em que nos convida a viver novas experiências de risco e experimentação, não só entre nós, mas, também, na comunhão com o público, que sempre foi e continua sendo parte essencial do nosso trabalho”. A questão central de todo o processo de trabalho ligado a “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” está na elaboração de um ator formulador, que constrói permanente dialética entre narrativa e drama, a partir da obra de Saramago. “A natureza de ensaio, de algo construído no calor do aqui e do agora, na busca por um frescor permanente do acontecimento teatral, foi o impulso primordial da adaptação proposta por Rodrigo Portella, ao abordar a fábula da distopia de um mundo dominado pela metáfora de uma ‘cegueira branca’”.

 

Também para Eduardo, a ideia de um mundo em que “não cegamos”, mas onde “estamos cegos” – “cegos que veem”, “cegos que, vendo, não veem” – garante a exata dimensão da extraordinária atualidade da obra de Saramago e de sua capacidade de dialogar com as grandes questões e mazelas do nosso tempo. “É um convite para que possamos fechar os olhos e, finalmente, ver”.

 

Na opinião de Rodrigo Portella, em Saramago, vê -se de algo como o ofuscamento do saber ou a representação da ignorância, da curiosidade e do interesse genuíno no coletivo. “Para mim, a obra é a alegoria, quase satírica, de uma sociedade mergulhada numa espécie de produtivismo capitalista que o próprio Saramago chama de mal branco. Não é sobre não poder ver, como uma deficiência visual, é sobre não enxergar o que se vê”, analisa. “Estamos cegos diante de tanta imagem, perdemos a capacidade de ler o mundo em camadas mais complexas. Quando vou a um museu muito turístico, constato uma cegueira geral. Poucas pessoas veem, de fato, as obras. A maioria, ao contrário, não as enxerga, pois perdeu a capacidade de ler, observar e reter. Elas estão distraídas com suas selfies ‘instagramáveis’, perdidas numa espécie de automatismo”, completa.

 

Ainda segundo Portella, o negacionismo climático e científico é uma espécie de cegueira, “assim como o automatismo, a adoção do autoritarismo como ideologia, a ausência de debate, todo tipo de fundamentalismo político-religioso e a normalização de um sistema exploratório, patriarcal e colonialista como algo natural”. Saramago escreve: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”. Para o diretor da peça, o verbo “reparar” pode, aqui, tanto significar a possibilidade de acessar as camadas mais profundas da visão quanto de consertar alguma coisa, ao permitir que algo quebrado, ou disfuncional, volte à forma original: “Talvez, Saramago esteja propondo uma epidemia de cegueira como forma de nos proporcionar algum aprendizado. Passar por toda a privação da autonomia, de serviços básicos, ter que lutar pelo alimento, experimentar o medo irracional, o horror da banalidade do mal, para, enfim, dar-se conta da necessidade de reparar, mudar, ajustar o sistema, retornar ao essencial; como se toda a jornada na escuridão fosse um caminho de evolução em relação à consciência e à necessidade de reafirmação e reiteração do pacto civilizatório”.

 

No que diz respeito ao processo de trabalho de “(Um) Ensaio sobre a Cegueira”, Fernanda Vianna, atriz do Grupo Galpão, destaca, em Rodrigo Portella, características que tornam o projeto ainda mais intenso: “Ele é um diretor afetuoso e respeitoso, que busca, com tranquilidade, uma linguagem autêntica, ao partilhar sua visão com toda a equipe criativa. Tenho aprendido muito, e apanhado um bocado, também! Além disso, a dramaturgia dele é brilhante. Cabe o livro inteiro do Saramago nessa montagem, ou, como disse o próprio escritor, ‘o mundo inteiro está aqui dentro’”. Ela destaca, ainda, que a “cegueira branca” de Saramago retrata a “cegueira moral da indiferença, do egoísmo, da tirania e da covardia, de nossa impotência diante das guerras, dos que têm fome. É uma oportunidade ímpar poder falar sobre isso neste momento”.

 

A direção musical do espetáculo é do violoncelista, produtor e compositor musical, Federico Puppi, parceiro de Portella em outros trabalhos. Para ele, trabalhar com o Grupo Galpão é como compor “para um instrumento com timbre próprio — cheio de história, personalidade e alma” Afinal: “Cada ator, cada gesto, carrega uma sonoridade única, como se o grupo inteiro vibrasse em harmonia. Criar música para o Galpão é dialogar com essa memória viva, ouvindo o que a cena pede e respondendo com afeto e escuta. Não é apenas música: é ressonância. É esculpir a sonoridade da cena a partir da riqueza evocativa que o grupo propõe, somando a minha identidade”.

 

A peça como um ensaio

 

Certa liberdade e uma espécie de diálogo entre autor e leitor – que também encontra espaço aberto a seus comentários – são características latentes dos ensaios. No contexto do romance, a ideia de um ensaio aproxima a ficção do mundo real, uma vez que o autor é, de fato, um autor, e se coloca como tal na obra. No romance “Ensaio sobre a Cegueira”, tudo isso é evidente. Afinal, Saramago parece atravessar, com fluidez, o limite entre realidade e ficção: “Sou um ensaísta, sou alguém que escreve ensaios com personagens”, destacava o próprio escritor.

 

Ao partir de tal premissa, o Grupo Galpão buscou expandir o conceito de ensaio à montagem, acrescentando, à obra teatral, outras camadas, para além da ficção. Trata-se do próprio ato da representação, da possibilidade de assumir, na cena, um espaço de construção da própria cena, além de um espaço pessoal de percepção e conversa com a obra, com suas alegorias e seus paralelismos. Neste sentido, o distanciamento da fábula põe o ator num lugar de jogo, que não se restringe à representação do papel. O desafio é atuar nas duas camadas, sem que elas estejam apartadas uma da outra. A ideia é fundi-las, ao criar um fluxo de atuação semelhante ao que Saramago usa em sua prosa, na qual o limite entre narrativa e diálogo é sutilmente esfumaçado: quem fala, agora, o performer ou a personagem?

 

Assim como no ensaio de Saramago, no qual não há intermediários, na peça, não há personagens intermediando a relação entre ator e espectador. O próprio ator fala e joga com as personagens do livro. Isso nos afasta de uma representação literal da ficção criada pelo escritor português, ao abrir espaços de interlocução entre os artistas brasileiros do século XXI e as questões por ele propostas no livro. Nesse sentido, os atores não estão submetidos às personagens e suas motivações. Ao contrário: as personagens estão a serviço do jogo e das motivações dos atores, do dramaturgo e diretor.

 

Rodrigo Portella, diretor do espetáculo

 

Diretor e dramaturgo com 30 anos de carreira, Rodrigo Portella é, hoje, um dos mais destacados diretores teatrais brasileiros. Suas peças têm ocupado importantes espaços em teatros do Brasil e de países como França, Canadá, Argentina, Equador, Chile, Alemanha, Bélgica, Suíça e Portugal. Foi vencedor de diversos prêmios, como Shell, Cesgranrio, APTR, Bibi Ferreira e Prix de la Critique Montréal, com seus principais espetáculos: “Tom na fazenda”, “Ficções” e “As crianças”. Também venceu o Prêmio APCA 2024, como “Melhor diretor” por seu espetáculo mais recente, “Ray – Você não me conhece”.

 

Federico Puppi, diretor musical do espetáculo

 

Federico Puppi, italiano radicado no Brasil, é ator, violoncelista, produtor e compositor musical.  No teatro compôs trilhas sonoras para diversos espetáculos, “Enquanto você voava, eu criava raízes” dia Cia Dos a Deux; “As Crianças” e “Ficções”, com direção de Rodrigo Portella. Esta última executada ao vivo em cena, ao lado de Vera Holtz. No cinema compôs a trilha dos filmes “Delicadeza é Azul”, dir. Yasmine Garcez e “Iaiá de Ioiô”, dir. Paula Braun. Colaborou com a criação da trilha sonora original de “O Auto da Compadecida 2”. Trabalhou ao lado de grandes nomes da MPB como Maria Gadú e Milton Nascimento. Vencedor do Prêmio APTR de Melhor Trilha Sonora Original, do Prêmio Cenym para Efeito Sonoros e Trilha Fragmentada e do Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Brasileira de Raiz.

 

(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA

 

ELENCO

 

Antonio Edson

Eduardo Moreira

Fernanda Vianna

Inês Peixoto

Júlio Maciel

Luiz Rocha

Lydia Del Picchia

Paulo André/ Rodolfo Vaz

Simone Ordones

FICHA TÉCNICA

 

Direção e Dramaturgia: Rodrigo Portella

Diretores Assistentes: Georgina Vila Bruch e Paulo André

Direção musical, trilha original e paisagem sonora: Federico Puppi

Cenografia: Marcelo Alvarenga (Play Arquitetura)

Figurino: Gilma Oliveira

Interlocução Dramatúrgica: Bianca Ramoneda

Iluminação: Rodrigo Marçal e Rodrigo Portella

Adereços: Rai Bento

Visagismo: Gabriela Dominguez

Desenho sonoro, programação e mixagem: Fábio Santos

Assistência de direção: Zezinho Mancini

Assistência de figurino: Caroline Manso

Assistência de cenografia: Vinícius Bicalho

Construção cenário: Artes Cênica Produções

Costuras: Danny Maia

Fotos: Igor Cerqueira e Mateus Lustosa

Registro e cobertura audiovisual: Luiz Felipe Fernandes

Comunicação: Letícia Levia e Fernanda Lara

Projeto gráfico: Filipe Lampejo e Rita Davis

Consultoria de Acessibilidade: Oscar Capucho

Operação de luz: Rodrigo Marçal

Operação de som: Fábio Santos

Técnico de palco: William Bililiu

Assistente técnico: William Teles

Assistente de produção: Zazá Cypriano

Produção Executiva: Beatriz Radicchi

Direção de Produção: Gilma Oliveira

Produção: Grupo Galpão

Produção Local no Rio de Janeiro: Caseiras Produções Culturais

Assessoria Local no Rio de Janeiro: Stella Stephany e João Pontes (JSPontes Comunicação)

 

 

FICHA TÉCNICA – GRUPO GALPÃO

 

Atores e atrizes do Grupo Galpão

Antonio Edson – Arildo de Barros – Beto Franco – Chico Pelúcio – Eduardo Moreira – Fernanda Vianna – Inês Peixoto – Júlio Maciel – Lydia Del Picchia – Paulo André – Simone Ordones – Teuda Bara

 

Conselho Executivo

Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernando Lara, Gilma Oliveira e Lydia Del Picchia

 

Equipe

Gerente Executivo – Fernando Lara

Coordenadora de Produção – Gilma Oliveira

Coordenadora Administrativa – Wanilda D’Artagnan

Coordenadora de Planejamento – Alba Martinez

Coordenadora de Comunicação – Fernanda Lara

Coordenador Técnico e Técnico de luz – Rodrigo Marçal

Produtora Executiva – Beatriz Radicchi

Técnico de Som – Fábio Santos

Técnico de Luz – William Bililiu

Supervisor administrativo – Cláudio Augusto

Assistente de Planejamento – Duda Carmona

Assistente de Comunicação – Lucy Ribeiro

Assistente Administrativo – Caroline Martins

Assistente de Produção – Zazá Cypriano

Assistente Técnico – William Teles

Serviços Gerais – Danielle Rodrigues

Design Gráfico: Cíntia Marques

Assessoria de Imprensa – Personal Press – Polliane Eliziário

Comunicação Digital – Rizoma Comunicação & Arte
Assessor Contábil – Wellington D’Artagnan

Gestora Financeira de Projetos – Artmanagers

 

Grupo Galpão

 

O Grupo Galpão, de Belo Horizonte (MG), é uma das companhias teatrais mais conhecidas do Brasil, tanto por seus 43 anos de atividade contínua quanto por sua pesquisa de linguagem.

 

Criado por cinco atores, em 1982, a partir do espetáculo “A alma boa de Setsuan”, montagem conduzida por diretores do “Teatro Livre de Munique”, da Alemanha, o Galpão se valeu dessa rica experiência para se lançar numa proposta de construção de um teatro de grupo, com raízes ligadas à tradição do teatro popular e de rua.

 

Fazem parte do Galpão Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara.

 

Ao montar espetáculos com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes, Marcio Abreu, Rodrigo Portella, além dos próprios integrantes, que também dirigem espetáculos do Grupo –, o Galpão desenvolve um teatro que alia rigor e investigação de linguagens, com um repertório com grande poder de comunicação com o público.

 

Seus trabalhos dialogam com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.

 

Galpão em números

 

Fundação: novembro de 1982

27 espetáculos
15 projetos audiovisuais

2 000 000 espectadores

100 prêmios brasileiros

+3400 apresentações
300 cidades

18 países diferentes

+80 festivais internacionais

+210 festivais nacionais

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