palco giratório

Pensamentos Giratórios 2021: reflexões sobre as artes cênicas e temas da contemporaneidade

Em uma série de mesas de debates, o Palco Giratório 2021 convida os artistas participantes do projeto a discorrer sobre diversos aspectos do campo das artes cênicas. Seja abordando questões diretamente ligadas às pesquisas e processos de construção dos trabalhos, seja ampliando o olhar para as relações entre cultura e sociedade, trata-se de uma oportunidade de se aprofundar nos campos do teatro, dança e circo, e estabelecer diálogos diretos entre os públicos e os artistas participantes.

Serão interlocutores das mesas os artistas Miguel Vellinho (Cia PeQuod – teatro de animação), Monica Aduni e as artistas da Minha Dupla Cia, Camila Barra e Nathalia Cantarino. Os convidados irão mediar as conversas e mostrar um amplo panorama construído pela curadoria do projeto para o ano de 2021.

As atividades se desenvolverão em salas de reunião na plataforma Teams, com acesso livre a todos os interessados.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Pensamentos Giratórios | Dança
20/10
13h às 15h
Cia Garatuja (AC)
O projeto traz para girar na roda da cultura brasileira toda uma poética existente na história dos povos da floresta dos seres mais incríveis e crus que jamais poderíamos acessar, mas no giro da arte cênica esse acesso é possível a produtos artísticos incríveis com um alto nível de qualidade e precisão técnica e estética. O pensamento giratório tem contribuído para o conhecimento intelectual do povo brasileiro e é a partir desse modo de fazer e de pensar que, iremos contribuir com a história do povo originário os povos indígenas e toda a sua riqueza cultural, ampliar esse olhar para os amazônida, mesmo que estejamos falando da mulher indígena Huni Kuin, estaremos também mostrando uma cultura que está sofrendo perdas, em todo território nacional, se faz necessário que as culturas indígenas tenham visibilidade e as artes cênicas tem contribuído para a amplitude desse conhecimento. Com a interlocução de Mônica Aduni. Link para a sala de debates: https://bit.ly/ciagaratujaikuani

27/10
15h às 17h
Coletivo Tanz (PB
O espetacular e o espectador. Quais os elementos que formatam as pontes entre o público e os múltiplos sentidos de um espetáculo? E como a expectação se torna elemento criativo explorando a zona periférica da obra, transformando o público em espectador autônomo? No trabalho de pesquisa do coletivo, a dança/obra deixa de ser “o lugar de onde se vê” ou se imagina, para tornar-se o espaço em que a simples presença cria relatos. De tal modo que a dança/obra no espaço também é a dança/obra sobre o espaço, oferecendo ao espectador a possibilidade de cavar espaços de participação nesta espacialidade. Estas e outras questões e margeamentos estéticos serão compartilhadas como forma de construção do território simbólico entre palco e rua. Com a interlocução de Mônica Aduni. Link para a sala de debates: https://bit.ly/3ozOo9T

03/11
15h às 17h
Coletivo Casa 4 (BA)
O Coletivo Casa 4 se propõe discutir sobre questões de gênero nas produções artísticas e também sua relação para com a construção de uma sociedade mais igualitária. Partimos do compartilhamento de situações de preconceito vivenciadas pelos integrantes do grupo em seus cotidianos para então desenvolver debates a respeito do tema. Com a interlocução de Mônica Aduni. Link para a sala de debates: disponível em breve

12/11
15h às 17h
Orun Santana (PE) | Corpo, memória e ancestralidade negra na dança – construções e ressignificações
As histórias e memórias do imaginário afro-brasileiro atuam direta e indiretamente na construção de imagens na formação dos corpos brasileiros, dialoga as construções de identidade dos indivíduos e grupos presentes no território, entendido também nas relações entre os mesmos e dos limites e atravessamentos gerenciados pelo poder hegemônico. As tentativas de construção e reconhecimento do fazer artístico do artista negro no âmbito cultural brasileiro têm sua história, entendendo que esse corpo e suas escolhas são marcados não só pela memória quanto por sua trajetória, é possível entender na história do Brasil os locais de poder que esses corpos foram destinados a ocupar, consequentemente compreender que os mesmos foram e são lugares que fundamentaram e fundamentam alguns caminhos e escolhas, apontando para uma forma de percepção e de afecção particular, na arte, na dança. Com a interlocução de Mônica Aduni. Link para a sala de debates: disponível em breve

Pensamentos Giratórios | Teatro
27/1
15h às 17h
Cia Lumiato (DF)
Compartir questões que atravessam a produção de um espetáculo de teatro de sombras na atualidade, nos conduz a pensar como gerar sentido utilizando signos e símbolos e suas potencialidades na cena teatral. A transformação na criação de poéticas teatrais no teatro de sombras contemporâneo trás uma reconfiguração dos elementos que compõem a cena. A função da figura do sombrista se modifica gerando novos desafios pela presença do corpo na cena e a incorporação da terceira dimensão no espaço cênico. Com a interlocução de Miguel Vellinho (Cia Pequod). Link para a sala de debates: https://bit.ly/cia_lumiato

05/11
15h às 17h
Grace Passô (MG)
Bate-papo com Grace Passô sobre a construção e os desdobramentos de VAGA CARNE, que deu origem a três linguagens de trabalho: peça, livro e filme. Com a interlocução de Miguel Vellinho (Cia Pequod). Link para a sala de debates: disponível em breve

17/11
15h às 17h
Grupo Bagaceira (CE) | Bagaceira – 20 anos e os novos rumos do teatro de grupo
Em 2020 o Grupo Bagaceira completará 20 anos de atividades sem interrupção, mas dentro de um cenário- econômico incerto. O grupo joga esse tema em busca de uma reflexão de novas maneiras de financiamento, circulação e fruição desse dito Teatro de Grupo do Brasil. Com a interlocução de Miguel Vellinho (Cia Pequod). Link para a sala de debates: disponível em breve

19/11
15h às 17h
Grupo Lume (SP) | Conversas ao lume sobre memórias e inventividades
O corpo, como espacialização do aqui-agora, ou seja, do presente, mantém uma relação intrínseca com o tempo. Ele é uma presentificação, uma atualização do passado acumulado e do futuro porvir. Corpo, portanto, como duração presente-passado-futuro num ponto afetivo. A memória-corpo é uma dinâmica espiral temporal in continuum. Para o LUME é importante observar que o corpo virtualiza a memória numa relação dinâmica entre um estar-no-mundo adaptado e lembranças independentes de nossa percepção ativa do mundo, e essa duração é a própria CRIAÇÃO DE MÉMÓRIA. Memória é criação: o mundo se recria no corpo. É nesse corpo-memória virtualizada que as potências poéticas estão instaladas. O corpo é uma potência poética virtual a ser explorada em seu limite para uma possível atualização espetacular, e esse é o trabalho de base de toda a história de pesquisa do LUME: ativar potências-memória no e do corpo em sua fronteira expressiva. Por isso KIntsugi – 100 memórias, trabalha com essas memórias lembranças que podem ser coletivizadas, politizadas, atualizadas numa flagrante co-extensão poética das pesquisas do LUME. Conversar sobre memória é falar sobre inventividades, sobre processos, sobre coletividades e crítica política. Com a interlocução de Miguel Vellinho (Cia Pequod). Link para a sala de debates: disponível em breve

24/11
15h às 17h
Cia Fluctissonante (PR)
O Pensamento Giratório proposto pela Fluctissonante pretende debater e aprofundar as reflexões que envolvem a produção de arte acessível e inclusiva, partindo da própria experiência e metodologia de criação empreendida pelo grupo em seus trabalhos. A proposta é estender esta abordagem a um aspecto mais amplo da arte cênica, refletindo inclusive o papel sociocultural de montagens como “Enquanto a Chuva Cai”. Com a interlocução de Miguel Vellinho (Cia Pequod). Link para sala de debates: https://bit.ly/ciafluctissonante

Pensamentos Giratórios | Circo
10/11
13h às 15h
Rapha Santa Cruz e Christianne Galdino (PE)
A partir das suas experiências, o mágico Rapha Santacruz, e a pesquisadora e produtora Christianne Galdino, promovem um diálogo sobre o mercado para os mágicos, tocando também na relação dos ilusionistas com os demais artistas do circo e do teatro. Estudos e pesquisas acadêmicas/teóricas sobre o segmento também vão fazer parte dessa conversa, que pretende ainda, debater assuntos como originalidade, profissionalização e estratégias de divulgação para os mágicos. Com a interlocução do grupo Minha Dupla Cia. Link para sala de debates: bit.ly/PENSAMENTO_RAPHASANTACRUZ

17/11
14h às 16h
Julieta Zarza | Cia Fenomenal (AL) | Palhaçaria Aplicada na Arte para Crianças
Como as capacidades de criatividade, empatia, conexão e comunicaçâo podem ser nutridas pela linguagem d@ palhaç@. Com a interlocução do grupo Minha Dupla Cia. Link para sala de debates: https://bit.ly/JulietaZarza

26/11
15h às 17h
Cia Nós no Bambu (DF)
Há 16 anos pesquisamos as possibilidades de interação entre corpos e formas de bambu, somando elementos de acrobacia, dança e teatro. Assim desenvolvemos a Arte Corpo Bambu. Compartilharemos aprendizados, reflexões e desafios desta caminhada. O processo de criação de espetáculos, composição coreográfica, dramaturgia, hibridismo de linguagem, circo, relação com objeto e tecnologia também são abordados. Com a interlocução do grupo Minha Dupla Cia. Link para sala de debates: https://bit.ly/3BfU3VY

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