artes visuais online - museus e festivais
Crédito: Em Casa com o Sesc : dicas de museus virtuais

Em Casa com o Sesc: viaje por museus e festivais culturais

Ao navegarmos por sites de museus, centros culturais e festivais, entre outros, podemos nos surpreender com o avanço tecnológico das visitas virtuais às exposições e aos acervos, além de termos uma oportunidade única de conhecermos a história dessas instituições.

Confira as indicações da semana que nos convidam a olhar o passado, a história e a memória do que já foi produzido há séculos ou mesmo em produções mais “recentes”, mas que despertaram novas formas de ver o mundo e pensar a Arte.

Passeio Virtual em Tumbas do Egito
Conhecer um pouco mais sobre a história dos Faraós do Egito Antigo é possível através de uma visita virtual ao túmulo de Menna, sepulcro pertencente à 18ª dinastia (1550 e 1295 ac) e que forma parte da necrópole da antiga Tebas, localizada na margem ocidental do Nilo, na monumental cidade de Luxor.

FILE – Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas
Videoarte é uma forma de expressão artística que utiliza a tecnologia do audiovisual como linguagem para produção de artes visuais, misturando diferentes referências, técnicas e elementos visuais para construir discursos e estimular percepções estéticas. No site do File – Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas – encontramos alguns trabalhos de artistas brasileiros e internacionais que trabalham a linguagem.

Museu do Quai Branly
O Museu do Quai Branly, situado próximo à Torre Eiffel em Paris, foi aberto em 2006 recebendo parte das coleções do Museu Antropológico e do Museu Colonial da França. No século XXI se inicia um movimento de reorganização dos museus franceses e o fomento à apreciação por culturas não-europeias e sua arte, faziam parte deste projeto. O espaço apresenta peças de artes de povos da África, Oceania e populações nativas das Américas, por vezes territórios colonizados pela França, com o intuito de mitigar a ausência das contribuições globais à história da arte.

O museu conta com tour virtual em parte de seu espaço expositivo e com 3 exposições virtuais em alta resolução, onde é possível observar detalhes das peças. Uma das exposições é “índios das planícies”, apresentando parte da coleção de roupas do século XVIII do museu. Em peles de bisão e veado, nações como os Sioux, Cheyenne, Comanches, entre outros, desenhavam motivos geométricos abstratos e pictogramas figurativos.

Com todo esforço deste museu em inserir a arte não-ocidental em um circuito de exibições de arte ocidental, é importante refletir: onde encontram-se os discursos e as sensibilidades estéticas dos povos que os criou?

Plataforma Saber Museu
Visando difundir o conhecimento na área museal, o Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM conta com a ferramenta chamada “Saber Museu”, onde disponibiliza materiais diversos, como publicações, vídeos,  podcast, e, cursos EAD nas modalidades Acessibilidade em Museus, Documentação de Acervo Museológico, Conservação Preventiva para Acervos Museológicos, Plano Museológico, Para Fazer Uma Exposição e Inventário Participativo.

 

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