Sesc RJ Pulsar: Faz escuro, mas eu brinco

Diversos dispositivos óticos popularizados no século XIX fizeram parte, como novidades científicas e divertimentos, da história da visualidade na cidade do Rio de Janeiro, sendo exibidos em espaços públicos e privados, abrindo caminho para as primeiras sessões de cinema na cidade. Num ambiente de 100m2, com a ajuda de monitores, o público participa desta história entrando numa grande Câmara Escura, na experimentação do princípio da captação e projeção da luz, o visitante compreenderá a formação da imagem na fotografia como fazia o mestre Leonardo da Vinci. No mesmo ambiente, instruídos pelos monitores, os participantes vão produzir taumatrópios – jogos óticos que demonstram a persistência retiniana e a descoberta da ilusão do movimento. E ainda ao desenhar as imagens que serão utilizadas em dois aparelhos expostos – o Fenaquistoscópio e o Zootrópio – o visitante se torna animador. Conta-se com a parceria  do MAM, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, que irá ceder uma lanterna mágica para exposição. Ao final o público assiste aos primeiros filmes de Lumière, entre outros.

Ficha Técnica:
Diretor e Produtor Artístico: Isabel Paranhos Monteiro
Coordenador Pedagógico: Elisabete Bullara Ribeiro de Mattos
Consultoria especializada: Maria Cristina Miranda da Silva
Cenotécnico: Roberto Ignacio Marmello
Designer Gráfico: Dalila dos Reis Fernandes

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